Thursday, July 21, 2016

POEMINHA SOBRE OS EFLÚVIOS DO BAR LOBO



Um dia, em novembro de 2013,
no Bar Lobo esteve
O poetinha Silvio Persivo,
o maior da Amazônia,
em tamanho naturalmente,
e bebeu, solenemente,
Tanat Catamayo, Merlot Trapiche
e quase chora,
tendo imensa dó
de quem não podia estar lá
e apreciar a parrilha, o salmão, os pastéis, o chouriço
que, em Montevidéu, se faz.
Pareceu um feitiço,
mas, a atmosfera, a música, o prazer
o induz a perceber
que não há, nem pode haver,
lugar melhor
para se comer,
beber,
viver! 

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